Vivemos em uma era na qual a imagem se tornou a linguagem mais falada do planeta, mas talvez a menos valorizada. Milhões de fotos são tiradas diariamente, mas pouquíssimas fotos são, de fato, “feitas”.
O fotógrafo dedicado não apenas aperta um botão; ele faz a curadoria da realidade. Ele decide o que habita o quadro e o que fica de fora. Afinal, o valor não reside na tecnologia da câmera, mas na ‘curadoria do caos’ que só a sensibilidade e a prática constante permitem alcançar.
Em nosso mundo saturado de algoritmos e cliques descartáveis, escolho fazer a fotografia que respira, que tem memória e que exige presença. Antes de ser um registro para o outro, minha fotografia é um exercício pessoal de contemplação — uma prática sem a pretensão do aplauso, mas com o compromisso da presença.
Este espaço reúne minhas principais explorações visuais, com ênfase especial na fotografia de rua e documental — meu ponto de partida e minha maior paixão. Sinta-se em casa e explore o meu portfólio.

